Valorização multimaterial


O ciclo de vida de determinado material compreende normalmente 5 fases: matéria-prima (recurso), produção (produto), comercialização, consumo e gestão enquanto resíduo. A legislação europeia tem vindo a aumentar a responsabilização do produtor do bem, o que se traduz na obrigação de retomar e valorizar materiais e na obrigação do cumprimento de metas quantificadas de reutilização/reciclagem.

A ARM encaminha sempre os diversos tipos de resíduos para valorização, tratamento ou destino final adequado, por intermédio da respectiva entidade gestora ou de operadores devidamente licenciados.

Resíduos e respetivo destino

Resíduos de embalagens

  Papel/cartão, vidro, plástico e metal

Os chamados resíduos de embalagem (que incluem o papel, o cartão, o vidro, o plástico e o metal) são aqueles que reciclamos mais habitualmente.

Deposição/recolha

Devem ser depositados nos Ecopontos (Azul, Verde e Amarelo). 

Saiba mais sobre as regras de deposição destes resíduos e onde estão localizados.

Valorização/tratamento/destino final

Conheça como estes resíduos passam por uma triagem antes de serem encaminhados para reciclagem.

Baterias

  Baterias
Deposição/recolha

A responsabilidade pelo destino final das baterias, habitualmente utilizadas em veículos, é sempre do produtor ou importador, o qual deverá entregar estes resíduos a operadores licenciados para a sua valorização ou eliminação. Assim, as baterias velhas deverão ser sempre preferencialmente entregues no local de compra das novas, por troca gratuita. As baterias podem também ser entregues nos Ecocentros da ARM.

Valorização/tratamento/destino final

Quando estiver armazenada uma quantidade suficiente de baterias nos Ecocentros, estes resíduos são encaminhados para operadores licenciados, para a sua valorização ou eliminação.

Embalagens e medicamentos fora de uso

  Embalagens e medicamentos fora de uso

a) Resíduos de embalagens de serviço e resíduos de embalagens primárias, secundárias e terciárias, contendo medicamentos e outros produtos fora de uso, nomeadamente, medicamentos homeopáticos, produtos dietéticos, dermo-cosméticos, produtos de puericultura, e resíduos de produtos veterinários vendidos nas farmácias para os animais domésticos, que tenham sido vendidos ao público, nomeadamente em farmácias comunitárias, parafarmácias ou grandes superfícies, e nelas recolhidos.

b) Resíduos de embalagens primárias, secundárias e terciárias resultantes do processo e atividade da indústria farmacêutica e da distribuição, nomeadamente embalagens de matérias-primas, embalagens resultantes das operações de produção e enchimento, embalagens de transporte, bem como resíduos de embalagens de venda provenientes das devoluções das farmácias e dos distribuidores.

c) Resíduos de embalagens primárias, secundárias e terciárias, isentos de medicamentos e de outros produtos produzidos nas farmácias hospitalares e classificados no Grupo II*, excluindo as embalagens que saem das farmácias para as enfermarias e salas de tratamento.

d) Resíduos de embalagens de medicamentos e de produtos de uso veterinário não doméstico, contendo ou não resíduos desses produtos e medicamentos.

* Despacho 242/96 da Ministra da Saúde, de 5.7.96

Em 2007, o âmbito da definição deste fluxo foi alargado não só para os resíduos de embalagens de medicamentos e produtos equiparados recolhidos em farmácias comunitárias, mas também para resíduos de embalagens de medicamentos separados em farmácias hospitalares, resíduos de embalagens de venda provenientes das devoluções das farmácias e distribuidores, bem como resíduos de embalagens de medicamentos e produtos de uso veterinário.

Fonte: www.valormed.pt

Deposição/recolha

Estes resíduos devem ser entregues nas farmácias, as quais os encaminham para a entidade gestora das embalagens e medicamentos fora de uso – a Valormed. Em alternativa, podem também ser recebidos na ETRS, onde são incinerados.

Valorização/tratamento/destino final

A especificidade dos medicamentos aconselha a que exista um processo de recolha seguro, evitando-se, por razões de saúde pública, que os resíduos de medicamentos não estejam acessíveis como qualquer outro resíduo urbano. O sistema de gestão deste tipo de resíduos, da responsabilidade da Valormed, procura ainda que, por razões ambientais, os mesmos não contaminem os resíduos urbanos, prejudicando a valorização desses resíduos quer na componente compostável, quer nos materiais objecto de reciclagem.

Madeiras

  Madeiras
Consideram-se madeiras "paletes", caixas, troncos, ramos e outras.
Deposição/recolha
As madeiras podem ser entregues nos Ecocentros da ARM e também na ETRS da Meia Serra.
Valorização/tratamento/destino final
Estes resíduos são actualmente incinerados na ETRS da Meia Serra, por forma a haver uma valorização energética.

Monstros

  Monstros
São denominados de monstros os resíduos volumosos e pesados que não oferecem condições de fácil manuseamento pelos produtores domésticos ou institucionais e que, por essa razão, são recolhidos pela ARM mediante solicitação. É o caso, por exemplo, de móveis velhos, mesas de plástico, sofás, ou colchões.
Deposição/recolha

A ARM recolhe estes resíduos diretamente junto do cliente, basta solicitar o serviço, sendo gratuito para clientes domésticos (as 2 primeiras horas).

Podem também ser entregues nos Ecocentros da ARM e também na ETRS da Meia Serra.

Valorização/tratamento/destino final
Apesar de não poderem ser valorizados, estes resíduos devem ser separados e encaminhados para o destino final adequado, designadamente, o Aterro Sanitário na ETRS da Meia Serra.

Óleos alimentares usados

  Óleos alimentares usados
Este fluxo de resíduos engloba os óleos vegetais habitualmente usados para fritar alimentos. Os óleos vegetais, também designados como alimentares, são resíduos urbanos.
Deposição dos óleos 
Na Região Autónoma da Madeira, existem já pontos de recolha de óleos vegetais usados em algumas superfícies comerciais. No futuro, prevê-se que haja oleões em cada vez mais locais, para que qualquer pessoa possa contribuir para a sua reciclagem. 
Estes óleos não devem ser deitados pela pia ou outra canalização de água. Se não puder usar o ponto de recolha, é preferível recolher o óleo usado numa garrafa de plástico, fechá-la bem e depositá-la no contentor dos resíduos indiferenciados. 
Na área da restauração (grandes produtores), alguns comerciantes já encaminham os seus óleos usados para reciclagem, através de operadores licenciados pela Direção Regional de Ordenamento do Território e Ambiente.
Reciclagem
Reciclar os óleos alimentares usados traz vantagens ambientais e económicas. Por um lado, evita a contaminação do ambiente, em particular o tratamento de água contaminada nas Estações de Tratamento de Águas Residuais. A transformação em matéria-prima para várias indústrias e utilizações é ainda uma mais-valia económica da reciclagem desses óleos, com destaque para a produção de biodiesel, um combustível ecológico cada vez mais utilizado, mas também para o fabrico de componentes para sabão e de cosméticos.

Óleos lubrificantes usados

  Óleos lubrificantes usados
Óleos industriais lubrificantes de base mineral, óleos dos motores de combustão e dos sistemas de transmissão, óleos minerais para máquinas, turbinas e sistemas hidráulicos e outros óleos que, pelas suas características, lhes possam ser equiparados, tornados impróprios para o uso a que estavam inicialmente destinados.
Deposição/recolha
A ARM garante gratuitamente a sua recolha junto dos grandes produtores, mediante solicitação prévia (pelo tel. 291 529 120). Qualquer pequeno produtor pode também entregar estes resíduos nos Ecocentros da ARM.
Valorização/tratamento/destino final
Depois de recolhidos, são enviados para a Sogilub – Sociedade de Gestão Integrada de Óleos Lubrificantes Usados, Lda., que os encaminha para reciclagem, regeneração ou valorização energética, o que tem essencialmente duas vantagens:
  • Preservar o ambiente, evitando o depósito de óleos usados na natureza;
  • Reaproveitar mais eficazmente estes resíduos – por exemplo, o reaproveitamento para produção de energia.

Pilhas e acumuladores usados

  Pilhas e acumuladores usados
Pilhas e acumuladores não reutilizáveis, abrangidos pela definição de resíduo. A definição de pilha consiste em qualquer fonte de energia elétrica obtida por transformação direta de energia química, constituída por um ou mais elementos primários, não recarregáveis. Define-se como acumulador qualquer fonte de energia elétrica obtida por transformação direta de energia química, constituída por um ou mais elementos secundários, recarregáveis. Os acumuladores de veículos industriais e similares definem-se como quaisquer acumuladores utilizados em veículos ou para fins industriais ou similares, nomeadamente como fonte de energia para tração, reserva e iluminação de emergência.
Deposição/recolha
Estes resíduos devem ser depositados nos pilhões existentes junto dos Ecopontos e em diversos locais, como supermercados, escolas, lojas, etc. Podem também ser entregues nos Ecocentros da ARM.
Valorização/tratamento/destino final
Depois de recolhidos, são enviados para a Ecopilhas – Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores, Lda., que garante a respetiva reciclagem ou valorização energética. A reciclagem das pilhas e dos acumuladores usados tem essencialmente duas vantagens:
  • Diminuir significativamente o risco de deposição descontrolada das pilhas e acumuladores usados, evitando que haja poluição do meio ambiente;
  • Aproveitar materiais – manganês, zinco, aço e carbono – que voltam a ser usados em processos produtivos, sem que seja necessário retirá-los da natureza, diminuindo a necessidade de recorrer tanto à exploração mineira.

Pneus usados

  Pneus usados
Pneus de que o respetivo detentor se desfaça ou tenha a intenção ou a obrigação de se desfazer e que constituam resíduos, ainda que destinados a reutilização (recauchutagem). Consideram-se pneus aqueles utilizados em veículos motorizados, aeronaves, reboques, velocípedes e outros equipamentos, motorizados ou não motorizados, que os contenham. Define-se como pneu recauchutado, o pneu usado que é objecto de processo industrial de acordo com as especificações técnicas aplicáveis, com vista à sua reutilização, sendo de novo colocado no mercado.
Deposição/recolha

Os pneus podem ser entregues gratuitamente na ETRS da Meia Serra, que constitui um ponto de recolha autorizado da Valorpneu. 

Podem também ser entregues nos Ecocentros da ETZL/ET, ETZO e CPRS. No caso da ETZL/ET e da ETZO, o detentor tem que suportar o custo de transporte até à ETRS da Meia Serra. No CPRS do Porto Santo, estes resíduos têm sido recebidos excecionalmente e a título gratuito, por não haver na ilha outra alternativa ambientalmente correta.

Valorização/tratamento/destino final
Depois de rececionados e triturados (de forma a otimizar o seu transporte) no Parque de Pneus da ETRS da Meia Serra, são enviados para a Valorpneu - Sociedade de Gestão de Pneus, Lda., que os encaminha para reciclagem.
A reciclagem de pneus permite produzir uma borracha útil para várias utilizações, como por exemplo:
  • Pavimentação de estradas;
  • Pisos de parques infantis;
  • Campos de futebol sintéticos e campos polidesportivos;
  • Indústrias de borracha, plásticos e química.
Os pneus usados podem ainda ser objeto de recauchutagem e de valorização energética.

Resíduos de construção e demolição

  Resíduos de construção e demolição
Os resíduos de construção e demolição (RCD) referem-se aos provenientes de obras de construção, reconstrução, ampliação, alteração, conservação e demolição e da derrocada de edificações. São resíduos de constituição não homogénea, com frações de dimensões variadas, as quais podem ser classificadas como resíduos perigosos, não perigosos e inertes.
Deposição/recolha

A ARM recebe alguns tipos de RCD, dependendo das características e da quantidade dos materiais e também da existência do respetivo tratamento adequado nas suas instalações. Essa avaliação só é efectuada no momento da entrega dos resíduos, pelo que se recomenda um contacto telefónico prévio.

Existem outros Operadores de Gestão de Resíduos licenciados pela Direção Regional de Ordenamento do Território e Ambiente.

Valorização/tratamento/destino final

Os RCD contêm percentagens elevadas de materiais que são inertes, reutilizáveis ou recicláveis, apresentando um potencial de valorização significativo.

Os materiais que não seja possível reutilizar e que constituam RCD são obrigatoriamente objeto de triagem em obra com vista ao seu encaminhamento, por fluxos e fileiras de materiais, para reciclagem ou outras formas de valorização. É o caso, por exemplo, de resíduos de embalagens, de equipamentos elétricos e eletrónicos, óleos usados, pneus usados e resíduos contendo polibifenilos policlorados (PCB). 

Nos casos em que não possa ser efetuada a triagem dos RCD na obra ou em local afeto à mesma, o respetivo produtor é responsável pelo seu encaminhamento para operador de gestão licenciado para esse efeito.

Alguns resíduos presentes nos RCD podem ainda ser objeto de valorização energética, ou apenas depositados em aterro. A valorização dos RCD permite diminuir a utilização de recursos naturais e os custos de deposição final em aterro, aumentando-se o seu período de vida útil.

Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos

  Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos
Resíduo, incluindo todos os componentes, subconjuntos e consumíveis que fazem parte integrante de equipamentos elétricos e eletrónicos (EEE), no momento em que estes são rejeitados. Entendem-se por este tipo de equipamentos, todos aqueles que estão dependentes de correntes elétricas ou campos eletromagnéticos para funcionar corretamente, bem como os equipamentos para geração, transferência e medição dessas correntes e campos.
Há vários tipos de REEE:
  • Pequenos e grandes eletrodomésticos
  • Equipamentos informáticos e de telecomunicações
  • Equipamentos de consumo
  • Equipamentos de iluminação
  • Ferramentas elétricas e eletrónicas
  • Brinquedos e equipamento de desporto e lazer
  • Aparelhos médicos
  • Instrumentos de monitorização e controlo
  • Distribuidores automáticos
Deposição/recolha
Os REEE são recolhidos pela ARM diretamente junto dos clientes, mediante solicitação prévia. Podem também ser entregues nos Ecocentros da ARM.
De acordo com a legislação em vigor, os distribuidores são responsáveis por assegurar gratuitamente a recolha de REEE, sem encargos para o detentor. Ou seja, quando comprar um equipamento elétrico e eletrónico novo, em troca de um velho que desempenhe as mesmas funções, pode entregar o velho gratuitamente.
Valorização/tratamento/destino final
Depois de recolhidos, estes resíduos são enviados para a Amb3E - Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos, que os encaminha para reciclagem. A gestão deste tipo de resíduos tem o objetivo de promover a reutilização, a reciclagem e outras formas de valorização de vários componentes, de forma a reduzir a quantidade e o carácter nocivo de resíduos a eliminar.

Resíduos hospitalares

  Resíduos hospitalares
São considerados resíduos hospitalares os resíduos resultantes de atividades médicas desenvolvidas em unidades de prestação de cuidados de saúde, em atividades de prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e investigação, relacionada com seres humanos ou animais, em farmácias, em actividades médico-legais, de ensino e em quaisquer outras que envolvam procedimentos invasivos, tais como acupunctura, piercings e tatuagens. Visto que nem todos os resíduos produzidos nos estabelecimentos hospitalares apresentam a mesma perigosidade, surge a necessidade de os classificar segundo o maior ou menor risco que a sua presença implica.
Assim, estes resíduos são actualmente classificados em quatro grupos distintos, sendo os resíduos objeto de tratamento apropriado diferenciado consoante o grupo a que pertençam: grupos I e II como resíduos não perigosos, podendo ser equiparados a resíduos urbanos, e grupos III e IV como resíduos perigosos.
Cada unidade de saúde é responsável por uma correta gestão de resíduos, sendo pois sua a responsabilidade pelo destino final dos resíduos produzidos.
Deposição/recolha
Os resíduos dos grupos I e II podem ser colocados em contentores adaptados ao sistema de recolha dos resíduos urbanos - indiferenciados ou resíduos de embalagens, consoante o caso. Deste modo, é possível a reciclagem de muitos materiais constituintes destes resíduos (papel/cartão, vidro, plástico, metal, pilhas e baterias, entre outros). Poderão também incluir-se nos grupos I e II resíduos orgânicos de origem vegetal, provenientes da confeção de alimentos na área de restauração e hotelaria, bem como embalagens vazias de medicamentos ou de produtos de uso clínico comum. Nestes casos, os resíduos poderão ser encaminhados para valorização pelos circuitos de deposição/recolha dos respectivos fluxos (resíduos orgânicos de origem vegetal e embalagens e medicamentos fora de uso).
No caso dos resíduos dos grupos III e IV, a sua recolha é assegurada pela Câmara Municipal do Funchal.
Valorização/tratamento/destino final
Na Região, enquanto os resíduos hospitalares incluídos nos grupos I e II são equiparados a resíduos urbanos e encaminhados para o respetivo fluxo, os incluídos nos grupos III e IV são encaminhados para o continente, onde são devidamente sujeitos a operações de tratamento/eliminação.

Resíduos orgânicos

  Resíduos orgânicos
Estes resíduos incluem toda a matéria orgânica, tanto de origem animal, como de origem vegetal - resultantes da preparação e confeção de refeições (restos de legumes, frutas, etc.).

Atualmente, não existe na Região um programa público de recolha seletiva destes resíduos.

Valorização/tratamento/destino final
A compostagem é uma solução muito recomendada para valorizar todos os resíduos orgânicos de origem vegetal, pois permite que qualquer pessoa (mesmo na sua casa) produza composto, um corretor de solos muito útil na agricultura.

Mais sobre a Compostagem

Resíduos verdes

  Resíduos verdes

São chamados resíduos verdes as ramagens, os resíduos de jardins e parques e alguns resíduos agrícolas.

Estes resíduos são recolhidos pela ARM diretamente junto dos clientes, mediante solicitação prévia. Podem também ser entregues nos Ecocentros da ARM e na ETRS da Meia Serra.

Valorização/tratamento/destino final
Os resíduos verdes rececionados nos Ecocentros e na ETRS são atualmente valorizados por incineração na ETRS, devido à inoperacionalidade da Instalação de Compostagem.
A compostagem é uma solução muito recomendada para valorizar todos os resíduos orgânicos de origem vegetal, pois permite que qualquer pessoa (mesmo na sua casa) produza composto, um corretor de solos muito útil na agricultura.

Mais sobre a Compostagem

Sucata

  Sucata
A sucata é constituída essencialmente por vigas, ferragens e perfis metálicos, entre outros, exceto os veículos em fim de vida, por serem um outro fluxo específico.
Deposição/ recolha
Pode ser entregue nos Ecocentros da ARM.
Valorização/ tratamento/ destino final
A sucata é enviada a um operador licenciado para reciclagem no continente, dada a inexistência de uma entidade gestora deste fluxo de resíduos. A principal vantagem da reciclagem da sucata prende-se com o facto de, ao se reaproveitar metais com origem em resíduos para a produção de novos materiais, é possível evitar a utilização de recursos naturais para obter o mesmo fim.

Veículos em fim de vida

  Veículos em fim de vida
Consideram-se veículos em fim de vida os veículos que constituem um resíduo, ou seja, qualquer substância ou objeto de que o detentor se desfaz ou tem a intenção ou a obrigação de se desfazer, de acordo com a legislação em vigor.
Deposição/recolha
Na Região, existem Operadores de Gestão de Resíduos licenciados para receber este tipo de resíduos, pela Direção Regional de Ordenamento do Território e Ambiente.
Valorização/tratamento/destino final
Os veículos em fim de vida são desmantelados, ou seja, os seus componentes são removidos e separados, com vista à sua despoluição e à reutilização, valorização ou eliminação dos materiais que os constituem. Após a operação de desmantelamento, os materiais são compactados e enviados para a respetiva entidade gestora, a Valorcar, que os encaminha para reutilização, reciclagem, valorização energética ou eliminação.